Ó mar . . .

Ó mar . . .

Ó mar . . .

 

Ó mar, meu coração de navegante

Partiu um dia em busca d’aventura,

Sem destino marcado, quase errante,

Navegando ao acaso…, à  ventura.

 

 

Sonhando pois, com terras bem distantes,

Sulcar mares deste mundo, ir à procura

Desse destino, algures inebriante,

De diferentes gentes…, e cultura…

 

 

Teria sido tal o que sentiram,

Quem ao mar se afoitou em caravelas,

Com coragem p’ra enfrentar procelas

 

 

Quantos já, desta terra então partiram,

Sulcando as águas desse mar profundo,

Para aumentar ao mundo…, novos mundos…

 

 

 

                                              António  Boavida Pinheiro

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