Editorial

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O eterno problema das quotas

 Caro associado, se ainda não liquidaste a tua quota do corrente ano ou as atrasadas, não esperes pelo fim do ano, a nossa Associação, para ter as suas contas em dia, necessita de uma quotização em dia.

Podes também optar pelo Débito Direto, uma forma de evitar esquecimentos e preocupações.

Começamos este editorial com uma mensagem e apelo que são eternamente repetitivos nesta altura.

Não deveria ser assim, mas, infelizmente é sempre uma luta que enfrentamos e que obriga a um esforço complementar apelando à melhor compreensão de todos.

No campo operacional e das atividades definidos para 2018, com o aproximar da conclusão de dois terços do mandato desta Direção assumimos que ainda há bastante por realizar. Tanto no que nos comprometemos levar a cabo como também no que temos vindo a identificar como objetivos marcantes, realizáveis e prioritários para a nossa Associação e para toda a comunidade “pilónica”.

Teremos, pois, de ser muito concretos na definição do plano e orçamento de 2019 e das atividades a desenvolver em igual período. A ideia não será balizada por uma premente preocupação de prestar contas, mas sim por uma correta consciencialização de missão e entrega aos ideais que nos norteiam.

O cartão de associado cuja entrega iniciámos no dia do antigo aluno e aniversário da APE, em 3 de junho, permite-nos criar novas condições de gestão, acompanhamento e criação de vantagens para os nossos associados.

Dos cerca de 600 cartões emitidos temos uma população que não vai além de 450 com as suas quotas em dia e os restantes, embora ainda não tenham regularizado a sua situação, mantêm os seus direitos intatos até ultrapassarem 3 anos de atraso.

De uma comunidade que pode congregar cerca de 5.000 antigos alunos é uma pequena percentagem que acompanha, conhece a realidade, participa e apoia, delegando em quem dirige a APE, as várias iniciativas que, para acontecerem, necessitam de suporte financeiro.

Nada mais injusto será considerar que quem se disponibiliza a desempenhar cargos diretivos e de gestão e assume tamanha responsabilidade, o faça por outros motivos que não sejam a solidariedade, a vontade de apoiar, manter, reforçar e valorizar esta organização que pugna pela defesa intransigente do nosso Instituto e da vasta comunidade de antigos alunos.

Mas há constrangimentos e dificuldades que obstaculizam a vontade de irmos cada vez mais além e incompreensões que refletem, em nós, um forte sentimento de tristeza e injustiça.

Não praticamos caridade, não queremos e não concordamos com tal tipo de solidariedade, mas estamos atentos e como tal sentimos que não é possível ignorar que há Pilões e familiares a enfrentar sérias dificuldades.

É neste âmbito que temos procurado saber estar à altura da nossa missão e, com a ajuda dos associados de boa vontade, temos conseguido realizar algo que reflete os princípios estatutários da APE.

Mas, queremos fazer mais e contamos contigo.

 

Fernando B. Pires

19550275

 

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